Nós estranhamente vivos
Mas de facas em punho.
Houve uma luta vencida,
Houve a jazida do sonho.
Nós estranhamente vivos
Mas servos de mórbidos olhares.
Houve um destino perdido,
Houve uma sina esquecida entre mares.
Não me mates agora, meu amor;
Confia no que proferes enquanto iludes a razão:
O amor deixa bilhete quando parte!
À luz da madrugada,
A chama iluminou o que ainda há para viver;
E aí, em espanto, ficou
A presença breve de uma nova utopia;
Mas de facas em punho.
Houve uma luta vencida,
Houve a jazida do sonho.
Nós estranhamente vivos
Mas servos de mórbidos olhares.
Houve um destino perdido,
Houve uma sina esquecida entre mares.
Não me mates agora, meu amor;
Confia no que proferes enquanto iludes a razão:
O amor deixa bilhete quando parte!
À luz da madrugada,
A chama iluminou o que ainda há para viver;
E aí, em espanto, ficou
A presença breve de uma nova utopia;
A esperança iludida de um novo amanhecer.
(Não sonhes, triste; não chores)
Havia um único sonho
E esse, esquecido, não mais se lembrou de permanecer.
(Não sonhes, triste; não chores)
Havia um único sonho
E esse, esquecido, não mais se lembrou de permanecer.
.
amanhecer
.
5 comentários:
a tentativa foi nobre xD
«Havia um único sonho E esse, esquecido, não mais se lembrou de permanecer.»
mas que bela tentativa, então. Ainda estou arrepiada com o texto, ler os teus textos faz-me mal ao coração :$
parabéns.
"Nós estranhamente vivos
Mas servos de mórbidos olhares."
"Não me mates agora, meu amor;
Confia no que proferes enquanto iludes a razão."
Sabes, adorei!
Tem aquele lado mórbido e soturno que eu gosto :D
Não me mates agora, meu amor;
Confia no que proferes enquanto iludes a razão:
O amor deixa bilhete quando parte!
adorei . e sei o que é -.-
eduardo, a tua escrita cativa-me :x *
não agradeças, não é bom :x
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